JORNAL

CONVIVA

Associação de Deficientes Visuais e Amigos - Adeva

Ano VII – nº 36– setembro/outubro de 2006

EDITORIAL - O PREÇO DO BRAÇO

INTERNET

ANOTE

NOSSOS PARCEIROS

CONVIVAWARE

ESTIVE LÁ E GOSTEI! - JUNDIAÍ

RECEITA - TORTA DE LIQUIDIFICADOR

NOSSOS TALENTOS - ROSELI MARIA DA CUNHA

PREVENÇÃO - ALCOOLISMO É DOENÇA

EM SÃO PAULO TEM...

CURTAS

FESTA NO CÉU

ADEVA EM FOCO

SAUDADE

CAMPANHA PELA NOVA SEDE DA ADEVA

PALESTRAS

ANÚNCIOS


EDITORIAL

O PREÇO DO BRAÇO

Recentemente, a Adeva organizou uma palestra dada pelo casal Leila Alexandrino Batista e Francisco Carlos Alves Batista. Eles contaram suas histórias de vida e o caminho que percorreram para chegar aonde chegaram. Foi emocionante.

De tudo que ouvi, um trecho da palestra da Leila me fez refletir muito. Foi quando ela contou o momento em que resolveu aprender a andar com o auxílio da bengala: “me vi diante da decisão de trocar um braço quentinho por um objeto frio”. Ela optou pelo segundo.

Mas há deficientes visuais que, ao contrário de Leila, não fazem essa troca. Preferem a companhia de um braço que transmite calor, afeto, mas que, por vezes, fica mal-humorado ou não está disposto a servir de companhia para onde se deseja ou se precisa ir. Um braço amigo, mas que nem sempre está disponível para atender quando se necessita dele. Um braço de carne e osso, que não mede esforços para ir aqui ou ali, mas que, pelas circunstâncias da vida, pode estar distante no futuro.

Então, passei a me perguntar: aqueles que preferem a companhia de um braço quentinho não optam, ainda que inconscientemente, por pagar um alto preço por ele? Conviver com cara feia ou ser privado de ir aonde se quer pelo simples fato de não ter alguém disponível ou disposto para isso não custa muito?

Infelizmente, muitos dvs, por vergonha ou por acomodação, menosprezam a bengala e, ao fazerem isso, escolhem se tornar dependentes de seus familiares ou amigos.

A verdade é que esse objeto frio e sem vida proporciona algo que não tem dinheiro que pague: a independência da locomoção, do trânsito livre em qualquer tempo e lugar. Somente quem experimenta tal prazer sabe a importância de uma bengala.

Não quero, de forma nenhuma, dizer que as pessoas deficientes visuais nunca precisem sair acompanhadas. É gostoso estar com os amigos e os entes queridos, mas eles não devem servir apenas como “bengalas”.

No livro “Rodrigo Enxerga Tudo*”, o personagem principal chama sua bengala de Laura. Perguntaram-me se é comum batizar a bengala. É sim, pois ela é tão importante que seu dono a tem quase como uma pessoa. Para um amigo meu isso é tão verdadeiro que o nome escolhido foi Julieta. Afinal, assim como Romeu e Julieta, do romance de Shakespeare, ele e sua bengala são inseparáveis.

Markiano Charan Filho – Diretor-presidente da Adeva

*Rodrigo enxerga tudo. Markiano Charan Filho, ed. Nova Alexandria, 2006 (em tinta e em braille).



INTERNET


http://www.infraero.gov.br/sivnet/index.php?lang=bra
Sistema de informações de vôo da Infraero, por meio do qual é possível ter o aeroporto da cidade escolhida em casa, com a relação de todas as chegadas e partidas do dia. Para apurar a pesquisa, o sistema de busca pode ser feito pelo número do vôo ou pela companhia aérea.

http://www.drec.min-edu.pt/nadv/index.html
Site do Núcleo de Apoio à Deficiência Visual de Coimbra, que oferece textos e notícias atuais sobre deficiência visual, endereços de diversas entidades de e para deficientes visuais em Portugal e links para entidades internacionais afins.

http://cidadedofutebol.com.br
Para quem está cansado do besteirol dos programas esportivos e das mesas-redondas sobre a paixão nacional, esta é uma opção interessante. Especialistas tratam, de forma inteligente, dos diversos aspectos teóricos e práticos do futebol como marketing, literatura, táticas, preparação física etc.


ANOTE

Nossos recomendados!

BIENAL INTERNACIONAL DE SÃO PAULO
Com um caráter político e centradas na inclusão social, as obras dos 118 artistas, procedentes de aproximadamente 50 países, apresentadas na 27ª Bienal, retratam o grande desafio do momento: como viver juntos. A ausência de homogeneidade estética e de cotas nacionais, características das exposições anteriores, facilitou a liberdade na seleção e a participação de nações com menos recursos, segundo seus organizadores. Terça à sexta, das 9h às 21h, sábado, domingo e feriado, das 10h às 22h. Parque do Ibirapuera, portão 3. Entrada gratuita. Até 17 de dezembro.

ESCOLA DA VIDA
Mr. D., um jovem, criativo e informal mestre da escola Fallbrook é o mais cotado para receber o prêmio de professor do ano. Todos os amam e admiram, com exceção do professor de biologia. Ele sonha ser o escolhido, seguindo os passos de seu pai que, por 43 anos, foi o premiado. A disputa está quase vencida por Mr. D., quando um segredo muda todo o jogo. Canadá/EUA, 2005. Nas locadoras, em DVD.

BACH NO BRASIL (BACH IN BRAZIL)
Apresenta composições de J. S. Bach, um dos pilares centrais da música universal, e de compositores “bachianos”, como Villa-Lobos e Radamés Gnattali, adaptadas com grande zelo artístico para chorinho. CD lançado, na Inglaterra, pela Camerata Brasil (formada por alguns dos principais mentores brasileiros do Choro). EMI Classics, 2000.

ALQUIMIA
Programa que está no ar há 16 anos, apresenta a musicalidade do novo milênio, em estilos tão diversos como New Age, World Music, Chill-out e Eletrônica. Segundas, quartas e sextas-feiras, às 23h. Rádio USP FM 93,7 MHz.

SIDARTA
Escrito pelo romancista alemão Hermann Hesse (1877-1962), o livro conta a história do príncipe Sidarta, que abdica de sua riqueza para buscar conhecimento e iluminação. Publicado em 1922, continua moderno por tratar principalmente da realização pessoal. Ed. Record, 38. ed., 2001. Biblioteca Braille do Centro Cultural São Paulo, transcrito em braille (4 volumes).

PRÊT-À-PORTER 8
Antunes Filho coordena um grupo de cinco atores (em 70 minutos de apresentação), na peça dividida em três cenas: “Ponto sem retorno”, um encontro entre amigos que trocam lembranças; “Exiladas”, uma noite festiva que celebra a comunhão; e “Velejando na beirada”, onde conhecidos se reúnem em um local incomum com conversas inusitadas. Sábados, às 18h30. Ingressos: R$ 5 a R$ 10. Sesc Consolação, espaço Centro de Pesquisa Teatral (CPT), r. Dr. Vila Nova, 245, tel: 11 3234-3000. Até 16 de dezembro.


NOSSOS PARCEIROS

TECNOLOGIA COMBINA COM RESPONSABILIDADE SOCIAL

A CPM, uma das maiores empresas de tecnologia do País, por meio do seu Programa de Profissionais com Deficiência contratou e está promovendo o treinamento de 27 portadores de deficiência visual para fazerem parte de seu time.

Elaborado em parceria com a Associação de Deficientes Visuais e Amigos (ADEVA), o Programa tem como objetivo gerar oportunidade profissional aos deficientes visuais, com efetiva contratação. Segundo sua diretora de Recursos Humanos, Sílvia Martins, a CPM, que tem planos de aumentar essa quantidade inicial, “espera, assim, promover melhorias na convivência pessoal, social e profissional da organização, além de resgatar os direitos civis dos funcionários com deficiência”.

Os 27 profissionais estão sendo preparados para exercer suas funções por meio de palestras e cursos de capacitação dados pela ADEVA: de Lógica e Cobol, Digitação, Virtual Vision, Rede de Dados, introdução à Informática, Windows XP, Word, Internet com Outlook e Excel básico.

Desse total, nove deficientes visuais trabalharão como programadores de mainframe, em uma das fábricas de software, oito, como atendentes de help desk, e os demais, por estarem completando o curso básico de Informática, não têm ainda uma função definida. Para todos, porém, a empresa disponibilizará equipamentos adaptados às suas necessidades.

A CPM atua nas áreas de consultoria de TI e soluções de negócios, outsourcing de aplicações e soluções de infra-estrutura. Em 2005, registrou um faturamento de R$ 681 milhões, que representa 48% de crescimento em relação aos resultados do ano anterior. As vendas foram ainda mais significativas — R$ 721 milhões, 53% a mais do valor que foi alcançado em 2004.

Fonte: PLANIN Comunicação Empresarial
http://www.planin.com



CONVIVAWARE

No último ConvivaWare falamos sobre Tecnologia Assistiva e, como prometi, vamos agora conhecer um dos recursos mais importantes para uma pessoa cega ou com deficiência visual no uso do computador – os leitores e ampliadores de tela.

Os leitores e ampliadores de tela são os meios tecnológicos utilizados para suprir as dificuldades que as pessoas cegas e com baixa visão têm na obtenção da informação que aparece no monitor. Eles podem ser utilizados em conjunto ou separadamente, dependendo das necessidades do usuário.

Nos ampliadores de tela, a informação visual transmitida pelo computador é aumentada. Os ampliadores mais modernos permitem não só o aumento do tamanho da letra, mas também a mudança da cor da letra e do fundo, zoom de parte da tela e alteração do brilho e contraste das letras e figuras.

No caso dos leitores de tela, tudo o que aparece no monitor é transformado em informação auditiva por meio de uma placa de som ou sintetizador de voz externo, e/ou em informação tátil, quando se utiliza em conjunto com um display braille.

Até já estou vendo o semblante de interrogação em muitos dos leitores. “Afinal, que história é essa de sintetizadores de voz e display braille”?

Tanto os leitores de tela quanto os ampliadores são softwares que rodam em background no computador do usuário, ou seja, ficam em funcionamento enquanto outros programas são utilizados. Por meio de comandos no próprio teclado do computador, o deficiente visual solicita ao programa que fale ou amplie: uma palavra, uma linha, uma letra, soletre ou mostre a palavra ou frase, leia toda a tela, leia o que está escrito em um botão, ícone, janela, lista, caixa combinada etc.

No entanto, embora muitos usuários não saibam, o leitor de tela depende de um sintetizador de voz ou de um display braille para transmitir a informação. Dessa forma, pode-se dizer que o leitor de tela é responsável por capturar, através dos comandos dados pelo usuário, as informações da tela, que são passadas ao sintetizador de voz para serem faladas em voz quase humana, ou ao display braille para que mostre o conteúdo em alto-relevo.

Portanto, pode-se definir display braille como um dispositivo tátil para visualização das letras no sistema braille. Por intermédio de um mecanismo eletrônico, conjuntos de pontos são levantados e abaixados, conseguindo-se assim uma linha de texto em braille com conteúdo dinâmico, já que é constantemente alterado.

Os atuais displays possuem dimensões que vão desde uma única célula (de seis ou oito pontos) até linhas de 80 células. A maioria comporta entre doze e vinte células por linha. O display é ligado ao computador e recebe do leitor de tela a mesma informação que este enviaria para o sintetizador de voz. É principalmente útil para a pessoa surdo-cega. Infelizmente, é pouco usado no Brasil devido ao seu altíssimo custo – os mais simples e baratos ultrapassam os cinco mil dólares.

Já os sintetizadores de voz são dispositivos que através de algoritmos e fonemas pré-gravados simulam a voz humana na leitura de textos digitalizados. Desde os primeiros, que surgiram nos anos 80 no Brasil, até o momento, houve um grande progresso na qualidade da voz. Eles eram somente no idioma inglês e tinha-se que adivinhar o que estavam falando. Hoje, graças às tecnologias modernas, alguns mais distraídos podem até confundir com uma agradável e quase sex... ops! Acho que me empolguei... voz humana.

Dessa forma, o leitor de tela informa ao usuário tudo o que está visível aos olhos de quem pode ver. Porém é importante considerar que as imagens e desenhos, por não serem constituídos por caracteres, não podem ser identificados e falados pelo leitor, sendo somente os ampliadores de tela preparados para mostrar a imagem em tamanho maior para atender às necessidades dos usuários que possuam alguma capacidade visual. Daí a importância dos requisitos de acessibilidade no mundo digital. Mas este é assunto para um próximo ConvivaWare.

Laercio Sant’Anna


ESTIVE LÁ E GOSTEI!

Você já comeu fruta colhida no pé? Em Jundiaí você pode fazer isso. Esta cidade, a 40 km de São Paulo, faz parte do Pólo Turístico do Circuito das Frutas, um consórcio turístico intermunicipal que engloba, além de Jundiaí, as vizinhas cidades de Indaiatuba, Itatiba, Itupeva, Jarinú, Louveira, Morungaba, Valinhos e Vinhedo.

Entre as diversas culturas fruteiras do local se destacam as da uva, do morango, do caqui, do pêssego e do figo, e visitar as fazendas da região dá direito a colher frutas no pé e degustá-las com o sabor de antigamente.

Em Jundiaí, há três circuitos turísticos com essa finalidade: o do café e vinho; da natureza, orquídeas e mel; e do pêssego e vinho.

Todos incluem café da manhã e almoço em fazendas localizadas na encosta da Serra do Japi. Aliás, nessas propriedades rurais, encontram-se tradicionais adegas de vinho artesanal, de compotas, geléias e licores com frutas da época, além de inúmeros alambiques produzindo saborosas cachaças. Em uma das adegas, eu provei e aprovei um saboroso doce de figo.

Há também fazendas com riquíssimo acervo histórico. No sítio Brunholi, pode-se visitar o Museu do Vinho, e na fazenda Nossa Senhora da Conceição, uma fazenda histórica do ciclo paulista do café, existe o Museu do Café.
A própria Serra do Japi é, por si só, uma excelente atração – raro remanescente de mata atlântica, com uma riquíssima biodiversidade devido a sua localização ecotonal, ou seja, é uma região de encontro de dois tipos de florestas: a mata atlântica, característica da Serra do Mar, e a mata atlântica do interior paulista. Suas belíssimas trilhas com lagos e cachoeiras podem ser visitadas por grupos de 15 pessoas, com o auxílio de monitores locais.

Meu passeio por Jundiaí começou pela estação ferroviária, pois fui para lá de trem. Ela é tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), juntamente com os imóveis e o acervo documental da Cia. Paulista de Estradas de Ferro, cujos trilhos ligavam Jundiaí ao interior do estado de São Paulo.

São 37 prédios, localizados em uma área de 111 mil metros quadrados. Dei uma passadinha em um deles, onde funciona o Museu Ferroviário, que tem em seu acervo vagões, carriolas, trilhos, além de documentos escritos e iconográficos, móveis, máquinas, maquetes, entre outros objetos.

Dirigi-me ao centro da cidade, atravessando a Ponte Torta, um verdadeiro monumento construído durante o ciclo ferroviário, sobre o rio Guapeva, para ligar o centro da cidade à estação ferroviária. Na segunda metade do século 19, essa construção de alvenaria de tijolos sem armação metálica, estilo arquitetônico bastante comum na época, era utilizada para a passagem de bondes puxados por animais da Cia. Paulista Carril Jundiahyana.

No centro da cidade, visitei o Solar do Barão, que pertenceu ao Barão de Jundiaí. Uma construção suntuosa do século 18, com características de sede de fazenda do ciclo do café. Atualmente, abriga o Museu Histórico e Cultural, que conta com um jardim agradável, apreciável acervo histórico, biblioteca, hemeroteca, fototeca, pinacoteca, espelhos venezianos, tocheiros negros franceses, além de outras peças de valor documental.

Nessa mesma rua é possível visitar o Teatro Politheama, fundado em 1911, a sala de espetáculos Glória Rocha, que foi o antigo mercado municipal, e a biblioteca municipal professor Nelson Foot, que funciona em um prédio inaugurado em 1896.

Acessibilidade

A acessibilidade ainda é do tempo do início das ferrovias. Apenas o site da cidade é acessível:
http://www.jundiai.sp.gov.br

Não há intérpretes de libras, banheiros acessíveis para cadeirantes e tampouco folhetos de informações turísticas em braille.

Como chegar

De carro, pelas rodovias Bandeirantes ou Anhanguera.

De ônibus, estação rodoviária da Barra Funda.

De trem, estação ferroviária da Luz.

Sidney Tobias de Souza


RECEITA

TORTA DE LIQUIDIFICADOR

Ingredientes
2 xícaras (chá) de leite
1 xícara de óleo
12 colheres (sopa) de farinha de trigo
4 ovos
1 colher (chá) rasa de sal
2 colheres (chá) de fermento em pó
100 g de queijo tipo parmesão ralado

Recheio
Frango desfiado, ou carne moída, ou legumes, ou sardinha, ou atum.

Modo de fazer
Bater todos os ingredientes no liquidificador. Despejar em uma tigela e misturar o recheio de sua preferência.

Despejar em uma assadeira untada e colocar para assar por cerca de 45 min em forno previamente aquecido.

Obs.: Não abrir o forno antes de decorridos 30 min. Recomendação válida para qualquer tipo de massa assada.


Receita do curso de culinária da ADEVA, ministrado pela profª Yacopina Valdenini Resende.



NOSSOS TALENTOS

Sua marca registrada é um sorriso carinhoso e o jeito amoroso de acolher a gente. Talvez por isso tenha escolhido ser terapeuta corporal, além de artista plástica. Segundo ela, foi “por amor às pessoas, ao belo, à harmonia das coisas”. Motivos que a levaram também a iniciar suas atividades na ADEVA.

Tudo começou em 2000, quando a Roseli Maria da Cunha, um dos Nossos Talentos, foi apresentada à Sandra Maciel. “Quem me levou até lá foi a Rebeca Aragonis (secretária da ADEVA), pois ela conhecia meu trabalho e achou que tinha muito a ver com as necessidades da entidade naquele momento.

A ADEVA estava desenvolvendo um projeto de profissionalização e preparação para o mercado de trabalho de um grupo de deficientes visuais. “Então, apresentei a proposta do curso Relacionamento Interpessoal, que tem como objetivo fortalecer a segurança pessoal, a auto-estima, por meio do movimento corporal e de jogos”.

Os resultados foram muito bons, a Roseli repetiu o curso por diversas vezes e foi ficando, agora também como associada e amiga querida, que, por seu lado, se declara admiradora da ADEVA, “pelo seu poder de realização e, principalmente, pela sintonia entre as pessoas que sinto por lá”.

“Isso é tão verdade que”, ela conta, “em um dos cursos de Relacionamento Interpessoal, o grupo participante, durante a vivência da comunicação por meio da voz, acabou formando um coral, sem auxílio de nenhum músico profissional. Eles (a Celinha, a Cida, a Elaine, o Antônio Carlos e outros) se organizaram pelo tipo de voz, escolheram as músicas, ensaiaram e fizeram uma apresentação ao final do curso; acabaram formando o Coral da ADEVA, que hoje tem um regente (o Júlio de Brito) e já se apresentou em inúmeras ocasiões e nos mais diversos lugares nesses seus três anos de existência”.

JOGO RÁPIDO

Signo: Sagitário.

Cor: Todas.

Hobby: Não tenho.

O que mais gosta de fazer: Modelar e esculpir.

Um bom filme: Janela da alma (documentário brasileiro, 2002).

Um bom livro: O amor nos tempos do cólera, de Gabriel Garcia Márquez, Record, 1986.

Estilo de música: MPB, clássico, jazz...

Música: Ave Maria, de Charles Gounod.

Cantora: Marisa Monte.

Cantor: Caetano Veloso.

Sobre a deficiência visual: É preciso acreditar que a deficiência visual é um limite somente da visão. Ver somente com os olhos, na maioria das vezes, não é suficiente. Todos os outros sentidos podem ser usados para captar e transmitir tudo aquilo que vemos. Tem muito vidente cego por aí; gente que não enxerga um palmo adiante do nariz. A visão que dá sentido à Vida vem do coração. E neste campo, somos todos iguais.

Deus: A Origem. O Criador.

Religião: Espiritualista.

Família: Um porto seguro.

Amigo: Muitos, sempre presentes no meu coração.

Amor: Une, cura, traz alegria, é tudo de bom.

O que fazer para viver melhor: Viver cada momento como sendo o derradeiro.

Motivo para agradecer: Estar viva.

Seu sonho: Que a humanidade dê um passo à frente...

Uma frase: Há quem chora por saber que rosas têm espinhos; outros riem por saber que espinhos têm rosas. Muitos são felizes por saber que espinhos e rosas convivem muito bem juntos.


PREVENÇÃO

ALCOOLISMO É DOENÇA

O alcoolismo, considerado doença pela Organização Mundial da Saúde (OMS), é uma dependência química crônica caracterizada pelo consumo compulsivo de álcool – o usuário se torna progressivamente tolerante à intoxicação produzida pela droga e desenvolve sinais e sintomas de abstinência quando ela é retirada.

Causado principalmente por predisposição genética, segundo informações recentes, e, em menor parte, pelo ambiente, não pode ser encarado como falha de caráter.

Ao contrário das drogas ilícitas – cocaína, maconha, crack, ecstasy, entre tantas outras –, o álcool nem sequer é considerado uma droga que causa dependência física e psicológica por grande parte da sociedade. Sua venda é livre e ele integra a cultura atual ligada ao lazer e à sociabilidade. Contudo, o uso constante, descontrolado e progressivo de bebidas alcoólicas pode comprometer seriamente o bom funcionamento do organismo, levando a conseqüências irreversíveis.

No organismo

O álcool encontrado nas bebidas é o etanol, uma substância resultante da fermentação de elementos naturais (cana-de-açúcar, cevada etc.). Quando ingerido, o etanol é digerido no estômago e absorvido no intestino. Pela corrente sangüínea, suas moléculas são levadas ao cérebro. Em longo prazo, o álcool prejudica todos os órgãos, em especial o fígado, que é responsável pela destruição das substâncias tóxicas ingeridas ou produzidas pelo corpo durante a digestão. Havendo uma grande dosagem de álcool no sangue, o fígado sofre uma sobrecarga para metabolizá-lo.

Intoxicação aguda

O álcool cruza, com liberdade, a barreira protetora que separa o sangue do tecido cerebral. Poucos minutos depois de um drinque, sua concentração no cérebro já está praticamente igual à da circulação.

Os sintomas da intoxicação aguda são variados: euforia, perda das inibições sociais, comportamento expansivo (muitas vezes, inadequado) e emotividade exagerada. Há quem desenvolva comportamento beligerante ou explosivamente agressivo. Algumas pessoas, ao contrário, tornam-se sonolentas e entorpecidas, mesmo que tenham bebido moderadamente.

Com o aumento da concentração da droga na corrente sangüínea, a função do cerebelo apresenta sinais de deterioração, provocando desequilíbrio, alteração da capacidade cognitiva, dificuldade crescente para a articulação da palavra, falta de coordenação motora, movimentos vagarosos ou irregulares dos olhos, visão dupla, rubor facial e taquicardia. O pensamento fica desconexo e a percepção da realidade se desorganiza.

Quando a ingestão de álcool não é interrompida, surgem letargia, diminuição da freqüência das batidas do coração, queda da pressão arterial, depressão respiratória e vômitos, que podem ser eventualmente aspirados e chegar aos pulmões provocando pneumonia, entre outros efeitos colaterais perigosos.

Mulheres

O metabolismo do álcool nas mulheres não é igual ao dos homens. Se dois indivíduos de sexos opostos ingerirem a mesma dose ajustada de acordo com o peso corpóreo, a mulher apresentará níveis alcoólicos mais elevados no sangue. A fragilidade é explicada pela maior proporção de tecido gorduroso no corpo das mulheres, por variações na absorção de álcool no decorrer do ciclo menstrual e por diferenças entre os dois sexos na concentração gástrica de desidrogenase alcoólica (enzima crucial para o metabolismo do álcool). Por tudo isso, as mulheres ficam embriagadas com doses mais baixas e progridem mais rapidamente para o alcoolismo crônico e suas complicações médicas.

Os distúrbios psiquiátricos também são mais prevalecentes em mulheres que abusam de álcool do que em homens que o fazem e do que em mulheres abstêmias. A única patologia mais freqüente no alcoolismo masculino é a personalidade anti-social.

Tratamento

Se você já pensou em diminuir a quantidade de “drinques”, se já se irritou com críticas sobre seu hábito de beber, se já se sentiu mal ou culpado a respeito da bebida, se, logo pela manhã, já tomou algum “aperitivo” para se “aquecer”, apenas um desses sinais sugere um possível problema. Em qualquer dos casos, é interessante procurar um médico ou outro profissional da área de saúde. Eles podem ajudar a determinar se você tem ou não um problema com a bebida e recomendar a melhor atitude a ser tomada.

As recomendações atuais para tratamento do alcoolismo envolvem duas etapas: a desintoxicação – geralmente realizada por alguns dias sob supervisão médica, permite combater os efeitos agudos da retirada do álcool, mas, dados os altíssimos índices de recaídas, o alcoolismo não é doença a ser tratada exclusivamente no âmbito da medicina convencional; e a reabilitação – os pacientes devem ser encaminhados para programas de reabilitação, como o desenvolvido pelos Alcoólicos Anônimos (AA).

A associação Alcoólicos Anônimos iniciou seus trabalhos em 1935, na cidade de Akron, Ohio (EUA), criado por dois alcoólatras desenganados e está no Brasil desde 1945. Na AA não são cobradas taxas nem mensalidades, sendo que a única exigência é o desejo de abandonar a bebida. Ninguém declara endereço ou profissão, classe social ou poder econômico, ideologia política ou crença religiosa e seus membros são protegidos pelo mais absoluto anonimato.

Seu escritório de serviços, em São Paulo, fica na av. Senador Queiroz, 101, 2º andar, cj. 205, telefones: 11 3315-9333 (plantão) e 3229-3611 (horário comercial).
site: http://www.alcoolicosanonimos.org.br/index.htm

Fontes: Dr. Drauzio Varella.
Disponível em:
http://www.drauziovarella.com.br/artigos/
alcool_introducao.asp


Biblioteca virtual em saúde.
Disponível em:
http://bvsms.saude.gov.br/html/pt/dicas/58alcoolismo.html

Hepcentro.
Disponível em:
http://www.hepcentro.com.br/alcoolismo.htm


Lúcia Nascimento



EM SÃO PAULO TEM...

MASP – O Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, inaugurado em 2 de outubro de 1947, é um dos principais museus da América Latina. Projetado pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi, o prédio está suspenso sobre quatro colunas ligadas por duas gigantescas vigas de concreto, tendo o maior vão livre do mundo (74 metros). Abriga um acervo de cerca de 5 mil obras, que abrangem do Renascimento ao Modernismo. Aberto de terça a domingo, das 11h às 18h. Ingressos: R$ 15 e R$ 7 (estudante), grátis para menores de 10 e maiores de 60 anos. Av. Paulista, 1758, tel.: 11 3251-5644.

MCB – O Museu da Casa Brasileira possui um acervo de 360 peças de arte européia e brasileira, formado por mobiliário, cristais, porcelanas e objetos que remontam ao século XVI. O edifício foi projetado pelo arquiteto brasileiro Vladimir Alves de Souza, inspirado no estilo do arquiteto italiano Andrea Palladio (séc. XVI). Aberto de terça a domingo, das 10h às 18h. Ingressos: R$ 4 e R$ 2 (estudante). Aos domingos, entrada gratuita. Acesso a portadores de deficiência física. Av. Brigadeiro Faria Lima, 2705, tel.: 11 3132-3727.



CURTAS

RESPEITO AO CONSUMIDOR
Marcando uma iniciativa inédita no Brasil, a Brastemp, uma empresa pertencente à Whirlpool S.A., maior fabricante de eletrodomésticos da América Latina, desenvolveu o “Brastemp Independente”, um projeto que oferece kit-usuário para o consumidor deficiente, composto por painéis de controle adesivos, formas em alto relevo e em braille, um CD com a narração do manual de instruções, além de orientações técnicas para a instalação dos produtos.

O objetivo é dar autonomia e segurança no uso dos aparelhos e serviços a esses consumidores e também a pessoas idosas ou que tenham dificuldade de entendimento do manual impresso e do produto. O “Brastemp Independente” está disponível para oito modelos (identificados nos pontos-de-venda): dois refrigeradores, um freezer, dois fogões, uma lavadora de roupas e duas secadoras. O Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) utiliza um sistema telefônico especial que beneficia o usuário com deficiência auditiva, oferecendo-lhe atendimento diferenciado pelo mesmo número do SAC: 4004-0014 (capitais e regiões metropolitanas) e 0800-900-999 (outras localidades).

Após a compra, o consumidor deve ligar para o Serviço e solicitar seu kit, que é gratuito e será enviado pelos Correios, sem custo, podendo ser instalado pelo próprio cliente ou por uma das lojas do Serviço Autorizado, mediante pagamento da visita, no valor de R$ 25,00.

Fonte: http://www.brastemp.com.br/independente

ATENÇÃO AOS PREMATUROS
A retinopatia da prematuridade, segunda maior causa de cegueira infantil, que perde apenas para as infecções, atinge quase um terço dos bebês prematuros (crianças nascidas com peso inferior a 1.500 gramas ou antes de 32 semanas de gestação).

É o que aponta pesquisa com 4.000 bebês prematuros atendidos no Hospital São Paulo, elaborada pela Dra. Nilva Moraes, coordenadora do ambulatório da retina do Instituto da Visão (r. Botucatu, 820), ligado à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Esses recém-nascidos têm os vasos sangüíneos da retina (parte do sistema nervoso central) muito imaturos. Fora do útero materno, começam a se desenvolver de maneira anormal causando hemorragias e descolamento da retina, que leva à cegueira. No estado de São Paulo, são quase mil casos novos todos os meses. No país, o aumento da doença (ainda sem números conclusivos) tem sido apontado pelos médicos em razão do maior índice de sobrevivência nas UTIs neonatais.

Embora na maioria dos casos a doença não evolua para a cegueira, é fundamental que o bebê faça o exame de fundo de olho no primeiro mês de vida. A falha de encaminhamento precoce pelos pediatras e de preparo de muitos oftalmologistas no diagnóstico e tratamento corretos têm sido responsáveis pela grande quantidade de crianças cegas no país em razão dessa doença.

Dos bebês que têm retinopatia, 5% acabam ficando cegos. Com diagnóstico e tratamento precoces, somente 0,5% dos bebês sofrem as seqüelas da doença. A partir do segundo mês, a chance de descolamento total da retina sobe para 15%. E quanto mais tarde for feito o diagnóstico, maior o risco de ficar cego. Em mais de 80% dos casos, a doença regride de forma espontânea. Os bebês que são prematuros que necessitam de níveis altos de oxigênio e aqueles que tiveram infecções generalizadas (sepsis) têm maior risco de ter a doença.

Fonte
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/
ult95u125447.shtml

LER PRA CRER
A Prefeitura de São Paulo firmou parceria com o Instituto Vivo para pôr em ação o “Ler pra Crer”, projeto que oferece, desde setembro passado, o serviço de impressão em braille ou gravação em áudio-livro de qualquer obra do acervo de sete bibliotecas municipais e de dez Centros de Educação Unificada (CEUs).

Os interessados devem apenas se cadastrar em uma delas, apresentando um documento com foto (RG, carteira profissional, carteira de motorista, por exemplo) e um comprovante recente de endereço (conta de luz, gás, telefone ou correspondência pessoal).

Não há limite de idade ou de escolaridade, mas os jovens menores de 16 anos devem ser inscritos pelos pais ou responsáveis. A partir da solicitação, no prazo máximo de 30 dias, o leitor poderá retirar a obra no local onde fez o pedido mediante a apresentação do “cartão do leitor”, ou então optar por recebê-la via Correios.

A inscrição pode ser feita de segunda a sexta, das 8h30 às 16h30, e aos sábados, das 9h30 às 15h30.

Bibliotecas cadastradas:
Padre José de Anchieta, r. Antonio Maia, 651, Perus
tel.: 3917-0751

Álvares de Azevedo, pça. Joaquim José da Nova, s/n, V. Maria
tel.: 6954-3118/6954-2813

Prefeito Prestes Maia, av. João Dias, 822, Sto. Amaro
tel.: 5687-0513

Pedro da Silva Nava, av. Engº Caetano Álvares, 5903, Mandaqui
tel.: 6973-7293

Mário Schenberg, r. Catão, 611, Lapa
tel.: 3672-0456

Centro Cultural São Paulo, Biblioteca Braille, r. Vergueiro, 1000, Vergueiro
tel.: 3383-3488

CEUs cadastrados
Vila Atlântica, r. Coronel José Venâncio Dias, 840, Jd. Nardini/Jaraguá
tel.: 3901-8720

Pêra-Marmelo, r. Pêra Marmelo, 226, Jd. Santa Lucrecia/Jaraguá
tel.: 3948-3912

Meninos, r. Barbinos, 111, S. J. Clímaco/Jd. Patente
tel.: 6945-2508

Jambeiro, r. José Pinheiro Borges, 60, Jd. Moreno/Lajeado
tel.: 6960-2017

Inácio Monteiro, r. Barão Barroso do Amazonas, s/n, Cohab Prestes Maia/Cidade Tiradentes
tel.: 6518-9014

Rosa da China, r. Clara Petrela, 113, Jd. São Roberto/Sapopemba
tel.: 6701-2316

Aricanduva, r. Olga Fadel Abarca, s/n, Jd. Sta. Teresinha/Cidade Líder
tel.: 6723-7511

Navegantes, r. Maria Moassab Barbour, s/n, Cantinho do Céu/Grajaú
tel.: 5976-5521

Casa Blanca, r. João Damaceno, 85, V. das Belezas/Jd. São Luiz
tel.: 5519-5244

Butantã, av. Engº Heitor Antônio Eiras Garcia, 1.800, Jd. Esmeralda/Rio Pequeno
tel.: 3732-4515.
Fonte:
http://portal.prefeitura.sp.gov.br/noticias/
sec/
deficiencia_mobilidade_reduzida/2006/09/0007


FESTA NO CÉU

Lothar Antenor Bazanella

Brincavam à beira de um lago,
aves grandes e pequenas.
umas rolavam na areia,
outras penteavam as penas.

O sapo que ali morava
ao ver tamanha algazarra,
perguntou a uma delas:
“qual o motivo da farra?”

“Ora! Então você não sabe?”,
respondeu-lhe o sabiá,
”Há uma festa lá no céu!
Nós vamos todas pra lá!”

O joão-de-barro, zombando,
fingindo-se admirado,
diz: “Eu não posso acreditar
que o sapo não foi convidado!”

Zombeteiro, o bem-te-vi
diz ao sapo: “Meu amigo,
se não fosses tão pesado,
te levaria comigo”.

“Vem conosco, amigo sapo”,
grita um bando de pardais,
“não há cobrança de ingresso,
então, por que tu não vais?”

Diz a águia: “Amigo sapo,
tu não és o rei do salto?
Então por que tu não vais
a esta festa lá no alto?”

E assim muitas outras aves
gracejaram do coitado
que, por não poder voar,
não fora nem convidado.

E as aves dali partiram
num vôo alegre e veloz.
”Quero ver”, diz uma delas,
“Quem chega antes que nós!”

“Enfim, estamos chegando!”
Diz uma ave cansada.
Mas qual não foi seu espanto
quando viu, logo à entrada

O sapo, numa poltrona,
muito bem acomodado,
distribuindo sorrisos
ao bando recém-chegado.

O beija-flor, curioso,
ao sapo foi perguntar:
”Como chegaste até aqui,
se tu não sabes voar?”

E o sapo, muito sereno,
mas por dentro, muito ufano,
diz: “Eu vim, comodamente,
num foguete americano!”


ADEVA EM FOCO

JANTAR DE ANIVERSÁRIO
Para comemorar o 28º aniversário de sua fundação, a ADEVA convida para um jantar no Bar Brahma, na av. São João, 677, esquina com a av. Ipiranga, no próximo dia 28 de novembro, a partir das 19h30. Os convites já estão à venda e dão direito ao show com o cantor Jair Rodrigues.

SAUDADES
No último dia 2 de setembro, a ADEVA perdeu um de seus mais queridos amigos – Antônio Carlos Guimarães – vítima de um ataque cardíaco. Antônio Carlos, além de aluno modelar, fazia parte do coral da entidade. Sempre extrovertido, com seu jeito amável de ser, que contagiava o ambiente de alegria, ele deixa muita saudade.

CAMPANHA PELA NOVA SEDE DA ADEVA
Sua contribuição pode ser depositada no
Banco Real – ag. 0196 – conta 3729443

PALESTRAS
Com o objetivo de promover o desenvolvimento pessoal e profissional de empregados e empregadores, bem como conscientizar a sociedade sobre o potencial da pessoa portadora de deficiência, a ADEVA oferece palestras sobre temas como
“A magia do sorriso”,
“Administração do estresse”,
“Etiqueta empresarial”,
“Técnicas de apresentação em público”,
“Vozes que trabalham”, “O trabalho e o meu valor”,
“Deficiente visual: mito e realidade”.

Para agendar dia e horário, entre em contato com Sandra Maciel ou Márcio Spoladore, pelos telefones 11 3101-7502 ou pelo e-mail marcio@adeva.org.br

As palestras podem ser ministradas in company e seu valor abatido do imposto de renda de pessoas jurídicas.


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Informações: 11 3101-7502 (com Sandra Maciel)
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Expediente

Conviva - Associação de Deficientes Visuais e Amigos - Adeva - Ano VII – nº 36 – setembro/outubro de 2006

Jornalista responsável: Liane Constantino (MTb 15.185).

Colaboradores: Celso de Oliveira, Laercio Sant’Anna, Lúcia Nascimento (MTb 29.273), Mara Alves, Márcio Spoladore, Markiano Charan Filho, Sandra Maciel, Sidney Tobias de Souza.

Correspondência:
Praça da Bandeira, 61, cj. 61- CEP 01007-020 - São Paulo (SP)
Telefone: 11 3151-5761 e 3151-4125
Fax: 11 3151-3603

E-mail: adeva@adeva.org.br

Site: http://www.adeva.org.br

Editoração: Fernanda Lorenzo. Revisão: Célia Aparecida Ferreira.

Fotolitos e Impressão: cortesia Garilli Artes Gráficas Ltda. - Tel.: 11 6694-3288
E-mail: garilli@garilli.com.br
Tiragem: 1.000 exemplares
Distribuição gratuita.